II ENIATC
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Ao analisar os sistemas usados nos TCs, Juliano Maranhão falou do esforço que será necessário para adaptar o conhecimento para tarefas específicas.
O uso de inteligência artificial no controle externo foi apresentado de forma prática com soluções já em operação em diferentes tribunais de contas.
Joyce Murasaki (TCM-SP) No encerramento do primeiro dia do II Encontro Nacional de Inteligência Artificial dos Tribunais de Contas (ENIATC), nesta segunda-feira (30), em Belo Horizonte, o professor e cientista-chefe da TDS Company, Silvio Meira, defendeu que o controle externo precisa se adaptar às transformações estruturais provocadas pela digitalização e pela inteligência artificial. Em palestra
Dhenia Gerhardt (TCE-TO) “A inteligência artificial não é mágica, é estatística aplicada. E isso exige que os dados sejam tratados como um ativo estratégico”. A declaração foi feita, nesta segunda-feria (30), pelo professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Bruno Ricardo Bioni, ao
Dora Kaufman destacou ser preciso investir em letramento em IA. “Não se trata de uma habilidade opcional para o futuro, mas uma necessidade imediata do presente”.